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Pensamentos... | ||||||||||||||
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Bom Tem horas em que eu simplesmente me pego pensando o que quero fazer da vida. Sabe? Tem horas em que eu olho para a minha vida como se ela fosse um sonho. Eu acordo todo dia, cumpro minha rotina, cumpro minhas obrigações, interajo com as pessoas... Mas... Além de tudo isso, quem sou eu de verdade? Quais são as minhas aspirações? Minhas opiniões? O que penso eu da vida, o que penso em fazer? O que pra mim é certo? Ou melhor, o que, das minhas opiniões, não foi só absorvido, mas foi, sim, pensado e construído? Porque eu não vivo a vida mais intensamente? Sim, eu sei que essa expressão parece uma expressão de propaganda de guaraná, okay. Mas nesse momento ela faz sentido. O "viver intensamente" não é sair por aí rindo com os amigos, indo a todas as baladas, pegando todas (ou, no meu caso, todos) e bebendo o refri tal. O viver intensamente, nesse caso, é simplesmente viver. Viver, saca? De olhos abertos, acordada, consciente. De vez em quando parece que vivo num sonho, ou seja, vivo dormindo, me deixando levar por tudo. :/ É ruim admitir isso. Ou melhor, é até bom, de certa forma, já que estou adquirindo consciência dessa característica da minha vida. O ruim é não saber o que fazer para mudar. O ruim é estar muito acostumado a viver dormindo e não ter a mínima idéia de como acordar. O ruim é não ter nenhum exemplo (visível) de vida acordada, pelo menos nesse momento. O ruim, na verdade, é a dúvida: Como é que se vive intensamente? Escrito por Juh às 10h55 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Enfim. Não estudei nada, mas tive uma conversa muito legal com meu pai ^-^b E, bom... A sopa de letrinhas ficou ótima. Eu dei pra idéia e ela adorou... Então agora não tenho escolha, ela vai crescer ^-^' Criarei o meu blog público! Mas esse aqui continua meu, só meu, particular. Tem coisas daqui que eu vou transportar pro outro, coisas do outro que vou pôr aqui... Mas terão coisas que serão só daqui mesmo.
Porque tem coisas que são privadas demais. Escrito por Juh às 17h54 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Então. Eu entei no blog da Penny... nos relacionados... e fiquei com uma vontade danada de ter um blog xD Só que, isso, pra mim, é meio difícil. Tipo, primeiro que eu já TENHO um blog xD No qual eu quase nunca entro, e esse é o problema... Um blog que todos pudessem ver teria que ser atualizado com mais freqüência, mas com qual freqüência eu tenho algo tão interessante assim pra falar? Tipo, eu li meus antiqüiqüíssimos post e achei decentes para mostrar, saca? Até... bons. Mas o intervalo entre eles é enorme... E um blog que meus amigos acompanhem tem que ser atualizado mais freqüentemente, certo? Enfim. A idéia nasceu. Nasceu e está chorando dentro de mim, querendo ser alimentada. Eu posso ser negligente e deixá-la morrer ou dar-lhe uma sopa de letrinhas (pegaram o trocadilho? xD duvido, já que ninguém leu isso u.u). Pus a sopa de letrinhas pra esquentar. Vou estudar História, e, quando voltar, se não estiver queimada, eu vejo o que faço. :) Escrito por Juh às 15h43 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Era um reino só, e eram dois. Um reino (ou dois!) em que gatos e seres humanos viviam em harmonia, como dois povos distintos se respeitando, e coexistindo, e se relacionando, mas de nenhuma maneira sendo dependentes. Os dois povos nunca entravam em confronto entre si, pois entre eles havia uma séria noção de suas próprias diferenças: humanos e gatos conviviam e até criavam laços, mas um não interferia na cultura, crenças ou modo de vida do outro; eles sabiam existir elementos complexos e profundos demais em cada raça para que a outra entendesse e pudesse interferir com critério. Os humanos cuidavam dos assuntos humanos, e os gatos cuidavam de assuntos felinos. O Rei Humano governava os humanos, e o Rei Gato governava os gatos. Era um reino de dois reis, ou dois reinos com um rei cada. O Palácio Humano ficava no centro do reino, pois tinha sido escolhido que fosse assim, e era grande e luxuoso, tão bonito que muitos paravam para olhar várias vezes ao dia, louvando a arquitetura daquela construção, obra humana; mas, sobretudo, era acessível. A entrada de qualquer cidadão, humano ou gato, era permitida (com algumas restições, é claro), e diversas vezes o próprio Rei Humano era visto entrando ou saindo de seu palácio, cuidando de seus assuntos em outras construções, indo a eventos ou mesmo interagindo com seu povo nas ruas. O Palácio Gato, por sua vez, ficava em algum lugar das montanhas ao sul, misterioso, desconhecido para a maioria dos humanos, em parte por respeito aos assuntos felinos, em parte pelo caminho ser íngreme e tortuoso demais para pernas humanas. O Rei Gato permanecia todo o tempo no castelo, ou talvez até saísse, não se sabia, pois, mesmo entre os gatos, era muito raro encontrar alguém que sequer tivesse ouvido sua voz como rei, que dizer conhecê-lo depois de sua coroação. Entre os gatos, a realeza não é passada de pai para filho ou de mãe para filha; aquele que tinha por destino se tornar rei era encontrado quando filhote, em qualquer família, por critérios desconhecidos aos humanos, mas que, segundo os gatos, tinha algo a ver com os olhos do felino. O filhote era levado ao palácio e coroado em seguida, governando até "cumprir seu tempo", quando um novo rei era escolhido. Os gatos nutriam um profundo respeito por seu soberano, pois é difícil, entre gatos, encontrar alguém que admitam ser superior. Havia a língua humana e a língua felina, e a língua que as duas raças falavam para se comunicar. Os dois reinos, talvez por serem um só, tinham apenas um nome: Reino. Escrito por Juh às 16h27 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Tô louca. Confussíssima. Tipo, eu queria parar e pensar aqueles pensamentos profundos, desenhar aqueles desenhos que dizem tudo, escrever aquele texto de chorar, elaborar teses e teorias que acalmem um pouco a nossa humana angústia de viver... mas saca quando não sai? Quero resolver o que sinto em relação a mim mesma, ao meu namorado, a um episódio que pode ser considerado "quebra de confiança dos pais", à política, ao mundo, a tudo... mas não sai!
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh Escrito por Juh às 19h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Somos seis bilhões. Alguns de nós estão preocupados com os outros. Alguns só querem saber de si mesmos. Alguns só tentam viver, pura e simplesmente. Nós nos dividimos. Alguns acreditam que o certo é A, outros preferem viver de acordo com B, e outros ainda discordam, defendendo C. Alguns brigam. Alguns pisam. Alguns desvalorizam. Alguns sofrem. Alguns choram em silêncio. Alguns protestam. Alguns tentam. Alguns brigam por diferença de pele. De gosto. De opinião. De filosofia de vida. De modo de enxergar o mundo. Alguns tentam encontrar algum sentido. Alguns tentam encontrar alguma utilidade. Alguns tentam encontrar a justiça. Alguns tentam encontrar a felicidade. Alguns tentam apensas sobreviver. Somos todos diferentes. Mas tão iguais. E mesmo assim continuamos brigando. E ferindo. E matando. Somos tão inteligentes. E tão burros. Criamos a noção de respeito. Ou, se não a criamos, a entendemos. Mas não a usamos. Não a pomos em prática. E depois reclamamos. Pois é. Doce, doce humanidade. Seis bilhões se arrastando uns por cima dos outros tentando viver, seja lá o que isso signifique para cada um. Escrito por Juh às 17h26 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Hipocrisia Hmm, então. Hora de escrever os meus pensamentos e sentimentos. E o que eu estou pensando e sentindo? Estou pensando em como é horrível o fato de que certas pessoas tem uma necessidade muito grande de aceitação, de agradar a todos, e, para isso, dizem sempre o que as pessoas querem ouvir, muitas vezes se contradizendo, e, com isso, se queimando com os outros, quem tanto é necessário agradar (olha o paradoxo). Hoje, por exemplo, uma amiga minha concordou com a minha opinião a respeito de um assunto, e, nem 15 minutos depois, concordou com a opinião de outra pessoa a respeito do mesmo assunto, sendo que essa opinião era exatamente o oposto da minha! Eu até entendo como é sentir uma grande necessidade de aceitação (eu sinto muito isso), mas eu acho que a gente deve ter a nossa opinião, e ser fiel a ela, sem medo de contrariar os outros, por mais difícil que isso pareça. Não tem nada pior do que não ter opinião própria, e viver imitando o que os outros dizem, como um papagaio (aliás, esse foi um dos motivos pelos quais eu criei esse blog: pra desenvolver melhor a minha opinião sobre os fatos - mas não, não é de mim que eu falo nesse post). Esse caso ainda é delicado, pois as opiniões em questão tratam-se de tomar partido de um dos lados de uma verdadeira "guerra entre amigas", mas mesmo assim. Não vou entrar em detalhes, mas, um dos lados, um grupo de amigas, está fulo da vida com o outro lado, uma garota só. A briga é só entre duas, mas o grupo do lado de uma diz-se brava com a outra (a que está sozinha), entre outros motivos, por ela dar várias versões do mesmo fato a várias pessoas, ou seja, falar uma coisa diferente para cada pessoa. E não é exatamente isso o que algumas delas estão fazendo (sim, outras amigas minhas também fazem isso, talvez sem perceber, mas fazem)? Em uma escala menor, claro, pois dar várias opiniões não é tão grave quanto dar várias versões de um fato, mas ainda assim, é o que elas estão fazendo. E ainda reclamam da outra, de boca cheia! Tenho outras duas amigas que, pelo menos no que diz respeito a mim, mudam o tratamento de acordo com a companhia. Uma, quando está comigo, me trata na palma da mão, delicada, educadinha. Na frente dos outros, me zoa de fraca, otária, faz certas brincadeiras de desvalorização. Compreendo que é só de brincadeira, mas não gosto desse tratamento. Outra, quando está comigo, ri comigo, conversa comigo, zoa comigo. Na presença de pessoas mais influentes, me "esquece". Enfim. Mas, bom, apesar do título desse post ser "hipocrisia", não serei eu hipócrita de falar só da hipocrisia dos outros, como se eu não tivesse nenhuma. Afinal, quer hipocrisia maior do que querer se amar mais e continuar vivendo de acordo com padrões alheios? Ou dizer algo que ão se sente? Ou querer aprender mais (não só adquirindo conhecimento, que fique claro, mas aprendendo tudo o que a vida ensina, na esperança de um dia chegar a entender ao menos uma parte dela) e se esforçar ao mínimo para isso?
Enfim. É o que eu estava sentindo. Escrito por Juh às 22h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Inaugural Ai, ai... vamos começar um blog de novo... Excluí o antigo, comecei um novo. O problema é que o endereço é o mesmo... mas só quem sabe (se é que ainda sabe) é o Gabriel... e a Paty. Mas duvido que eles entrem, faz muito tempo que o antigo blog estava abandonado. Portanto, tenho aqui um espaço quase totalmente privado, para postar o que quiser, para (literalmente) jogar meus pensamentos. Assim, postarei aqui tudo o que me vier à cabeça, tudo o que eu sentir, tudo o que eu precisar falar ou perguntar. Eu vou fazer isso com o maior prazer, porque, finalmente, terei algum lugar pra me abrir (é tão difícil não gostar de compartilhar sentimentos... além de fazer mal pra mim mesma. Mais um ponto positivo pro blog, vou poder falar tudo, ao invés de ficar guardando). Enfim. Com essa mensagem tediosa eu inauguro meu novo blog, do qual eu não vou passar o endereço pra ninguém. Então você, leitor, pra quem essa mensagem é destinada, jamais vai chegar a ler. Huhaushuahsuhsu *risada maléfica* xD Talvez eu tenha endereçado essa mensagem a mim mesma. Na verdade, o objetivo de todo esse blog é eu poder me abrir, ler o que escrevi e pensar sobre isso. E crescer, Que é o meu final objetivo de vida, afinal. Taí. Esse blog foi uma boa pedida (A menos, é claro, que alguém leia. Vou morrer de vergonha se alguém chegar a ler o que escrevi acima u_u). Talvez eu dê o endereço a alguém, um dia. Quando eu tiver algo interessante para falar hushuasua ;D Até lá, sigo com ele sozinha. Legal! xD Escrito por Juh às 21h25 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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